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Tudo começou em  5 de Setembro de 2005, quando então entrava no ar a Rádio Cidade FM 107.9. Era na época uma rádio pequena sem muitos recursos e operava com um transmissor de apenas 50 watts de potencia e com uma antena de transmissão em um lugar considerado baixo. Um ano depois a então Rádio... Saiba mais sobre nós

Aluna é proibida de agradecer a Jesus em discurso de formatura

Uma aluna cristã chamou atenção da mídia na semana passada após ser proibida pela direção de sua escola de agradecer a Jesus em seu discurso de formatura. O First Liberty Institute, ONG jurídica que está representando a menina. O texto escrito por ela, que foi eleita porta-voz da turma, passou por uma censura prévia, onde foram apagadas todas as menções a Deus.

A atitude de Moriah Bridges foi corajosa. Ela desafiou os administradores, mesmo sendo ameaçada de sanções e fez o discurso na íntegra, diante de seus colegas, professores e os pais presentes na cerimônia de formatura.

Segundo o The Blaze, a jovem estudante da Beaver High School, havia escrito originalmente uma oração de agradecimento, onde ela usava termos como “Pai celestial” e “Senhor”.

Contudo, a superintendente escolar, Carrie Row determinou que fossem eliminadas “referências religiosas”. Moriah concordou em reescrever o texto, mas disse que não se sentia bem em ter de negar a sua fé.

Na hora de representar sua turma, no entanto, ela disse que encontrou coragem e encerrou o discurso dizendo: “Sempre segui as regras. Quando disseram para não mascar chiclete em aula, eu não masquei. Quando disseram para não usar o celular, eu não usei o meu celular. Mas hoje, vou desafiar as expectativas e talvez pela última vez nesta escola, “em falo no nome justo de Jesus Cristo, Amém”.

Este é o segundo caso divulgado recentemente de alunos que são proibidos de expressar sua fé em nome da laicidade do Estado.

O adolescente Seth Clark, de 13 anos, seria o orador de sua turma na colação de grau de Ensino Fundamental de Akin, no estado de Illionois.

Ele faria um discurso com menções à Jesus, sua igreja, a prática do perdão como lições para todos os alunos, mas a direção da escola o proibiu de ler o que havia escrito. De modo similar a Moriah Bridges, ele não negou a sua fé.

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“Homofóbico tem que ir preso”, defende presidente da bancada evangélica

O deputado Hidekazu Takayama (PSC-PR) líder da bancada evangélica na Câmara dos Deputados desde abril, em entrevista ao HuffPost Brasil, defendeu a criminalização da homofobia.

Takayama esclareceu que o cristão não é homofóbico por declarar-se contrário a homossexualidade. “Nós amamos o homossexual. Só não amamos a prática. Jesus disse: Eu amo o pecador. Ele não disse: Eu amo o pecado”.

O deputado comenta que a base da crença cristã é as Sagradas Escrituras. “Na Bíblia tem algumas coisas que eu sei que ferem ou que alguns acham que é errado, mas nós entendemos assim. Nós não somos homofóbicos, apenas temos a nossa posição”, justifica.

Provando que os cristãos não são criminosos homofóbicos, Hidekazu aponta que entre 4 mil assassinatos de homossexuais no Brasil, nenhum deles foi praticado por um fanático religioso. “Ouvi falar dos skinheads e 96,2% foram praticados por briguinhas íntimas, vamos dizer assim. Não foi praticado por cristãos. O cristão é orientado a não viver essa violência”.

A bancada evangélica, de acordo com Takayama, é favorável a tornar crime a homofobia.

“Com certeza. Camarada que praticar crime contra homossexual tem que ir pra cadeia, preso. Nós somos a favor da criminalização da homofobia”. A frente parlamentar pretende penalizar os homofóbicos pelas suas ações. “Homofóbico tem que ir preso, sim, senhor”, acrescentou o líder da bancada.

Takayama também considera desnecessária a discussão de temas relacionados a violência de gênero nas escolas. “A criança não sabe discernir até onde pode isso ou não. Não é para uma criança de quatro a dez anos que deva entrar isso. É uma discussão para o terceiro grau, quando a pessoa já tem um nível de formação”, defende.

Israel reclama formalmente de votos do Brasil na ONU

O presidente de Israel, Reuven Rivlin, fez uma cobrança pública nesta quinta-feira (15) ao novo embaixador brasileiro no país, Paulo Cesar Meira de Vasconcellos. Ele reclamou do voto do Brasil na UNESCO em 2 de maio, onde o Brasil ficou ao lado dos países muçulmanos e votou pela negação da soberania israelense sobre Jerusalém.

Na resolução, apoiada pelo governo brasileiro, Israel é chamado de “poder ocupante” em Jerusalém e que não possui nenhum laço histórico ou legal com qualquer parte da cidade.

Rivlin discursou durante a cerimônia de entrega de credenciais a quatro novos embaixadores, vindos de Nepal, Honduras, Tanzânia e Brasil.

Sua crítica ao Brasil revela o quanto os israelenses estão irritados com a postura do governo Temer. “Não há um só brasileiro que não saiba da conexão entre o povo judeu e Jerusalém. Nem mesmo a Unesco pode mudar isso. A decisão deveria ser esquecida, deveria realmente ser modificada e eu peço que o governo brasileiro reconsidere seu voto”, disparou.

“Nossa amizade data da criação do Estado de Israel. Como as relações bilaterais envolvem muitos campos de cooperação e temos que aperfeiçoá-las, me dedicarei à agenda positiva entre os dois países”, finalizou, lembrando que as relações entre Israel e o Brasil “são muito importantes” e deixando claro que elas poderiam ser ampliadas.

O Ministério das Relações Exteriores não se manifestou sobre a cobrança.