Nossa Historia

Tudo começou em  5 de Setembro de 2005, quando então entrava no ar a Rádio Cidade FM 107.9. Era na época uma rádio pequena sem muitos recursos e operava com um transmissor de apenas 50 watts de potencia e com uma antena de transmissão em um lugar considerado baixo. Um ano depois a então Rádio... Saiba mais sobre nós

Samuel Câmara oficializa desligamento da CGADB e forma nova convenção

O que vinha sendo aventado como apenas uma possibilidade acabou se confirmando perto do meio-dia de hoje (6/11). Conforme protocolo entregue na sede da CGADB, no Rio de Janeiro, o pastor Samuel Câmara está se desligando oficialmente da entidade.

No documento tornado público pelo próprio Samuel em seu site, esse desligamento é somente com a Convenção Geral e não com o pastorado da Assembleia de Deus em Belém, a chamada “Igreja Mãe”.

Chama atenção que o documento foi redigido e assinado em 31 de outubro, dia da Reforma. A data também coincide com o aniversário do pastor.

Samuel Câmara diz que “seguirá ativo no trabalho incessante para dar crescimento à obra de Deus, ao lado de pastores assembleianos de todo o Brasil em um novo movimento que vem trazer avanços, dinamismo e resgate Histórico da Assembleia de Deus”.

A nova denominação, da qual ele é um dos líderes terá o nome de Convenção da Assembleia de Deus do Brasil (CADB). Sem revelar números, o site afirma que o projeto “já nasce frutífero e abençoado com inúmeros pastores, ministérios e convenções que se unem para fazer um Assembleia de Deus mais forte”.

No domingo (5), o pastor Jonatas Câmara, irmão de Samuel e pastor da Assembleia de Deus de Manaus, também anunciou seu desligamento da CGADB.

Estima-se que até 25 mil pastores poderão acompanhar os irmãos Câmara na formação da CADB, que representa uma gigantesca ruptura na maior denominação evangélica do país.

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Billy Graham completa 99 anos: “Sou apenas um espectador, observando o que Deus está fazendo”

Billy Graham completa 99 anos nesta terça-feira (7/11), tendo passado quase 80 pregando o Evangelho. Ele chega perto do centésimo aniversário como um dos homens mais admirados dos Estados Unidos.

“Como família, estamos tão agradecidos pelo fato de ele ainda estar conosco”, disse seu sucessor, Franklin Graham. “Sua mente está boa. Ele está tranquilo nesses dias, embora já não consiga ver nem ouvir tão bem… Eu sei que meu pai está grato por todas as orações e felicitações de aniversário que recebe nesta ocasião especial.”

Franklin disse que haverá uma comemoração na sede da Associação Evangelística Billy Graham. “Meu pai sempre quer que o foco seja sobre o Senhor Jesus Cristo, e não sobre ele… Acima de tudo, vamos honrar o que Deus fez através dele lembrando os momentos significativos de sua vida em oito décadas de ministério”, disse Franklin.

Um pregador comum?

Quando Billy Graham tinha 15 anos, seu pai e outros evangélicos de sua cidade natal, Charlotte, na Carolina do Norte, reuniram-se na fazenda da família para orar pelo avivamento de sua cidade. Especificamente, pediam que Deus levantasse alguém de Charlotte para espalhar o Evangelho por todo o mundo.

Naquele mesmo ano (1934) Billy Graham viria a aceitar a Jesus Cristo depois de ouvir uma pregação do evangelista itinerante Mordecai Ham. Quase imediatamente ele começou a dizer que seu desejo era “servir a Deus e fazer Sua vontade como ministro do Evangelho”.

Muitas décadas depois, Graham entrou para história como homem que pregou o evangelho em público para mais pessoas. Estima-se que foram quase 215 milhões de ouvintes em 185 países e territórios.

Mesmo depois de se aposentar das cruzadas que o fizeram famoso, a influência de seu ministério continuou impactando milhões através da sua Associação Evangelística que divulga a Palavra através do rádio, da televisão e pela internet. Seus livros foram traduzidos para dezenas de línguas e muitos deles são vendidos até hoje.

Perigo na TV: Globo trata pedofilia como “doença crônica” e não crime

Em meio ao amplo debate da população brasileira sobre a apologia à pedofilia nas “mostras de arte” e com a hashtag #Caetanopedofilo se espalhando pelas redes sociais, a rede globo decidiu abordar o problema em duas frentes.

A primeira é na ficção, na novela O Outro Lado do Paraíso, onde uma menina é abusada pelo padrasto e carrega o trauma por toda a vida.

Já na área do jornalismo, deu espaço para o assunto em programa especial no canal fechado "globonews" Edição das 10h do dia 1/11. Na reportagem da emissora, a “pedofilia é uma doença crônica, que não tem cura. Os médicos fazem uma comparação com a diabetes e o alcoolismo, que exigem cuidado redobrado e tratamento por muito tempo, ou talvez por toda a vida.”

Sem ter a identidade revelada, um possível pedófilo foi entrevistado. A maneira como a emissora optou por enfocar a perversão sexual surpreende, pois o mostrou como uma vítima. “Um homem que, por medo de ser preso por pedofilia, passou a fazer tratamento para se livrar da doença. Ele foi denunciado por uma vítima e já está há dois anos tomando medicação e fazendo terapia de grupo para evitar recaídas”, afirma a matéria, que também foi veiculada no portal G1.

Em sua defesa, o homem alega que é como um vício, mas não acredita que a prisão seja a solução. “Eu acho que essa doença, ela tem que ser tratada assim como você trata sobre as drogas, sobre a bebida, e tudo isso aí. É complicado. Mas tem tratamento também. Se você for prender todos aqueles que são viciados em drogas, pode ver que a maioria sai de lá pior do que entrou”, insiste.

O entrevistado conta que fez um tratamento, mas não consegue explicar se está “curado”. Conforme admite a emissora, “é muito difícil evitar recaídas”. Causa estranheza a maneira como a Globo apresenta um assunto tão delicado.

O ambulatório de transtornos da sexualidade da Faculdade de Medicina do ABC, em São Paulo, atende toda semana 50 pacientes ‘diagnosticados’ com pedofilia. Segundo Carlos Eduardo Alves Teixeira, psicólogo do ambulatório assegura que é uma “doença”, mas admite que não é possível evitar a questão legal.

Danilo Antonio Balteri, médico psiquiatra e coordenador do ambulatório, revela: “Nós não temos obrigatoriedade de denunciar o que aconteceu antes do tratamento. Mas, iniciando o tratamento, nós temos sim a necessidade, muitas vezes, de denunciar, caso a ofensa sexual ocorra ou mesmo esteja na iminência de acontecer”.

Doença ou crime?

No Brasil há diferentes interpretações sobre o que vem a ser a pedofilia. Segundo a Classificação Internacional de Doenças da Organização Mundial da Saúde, item F65.4, trata-se de uma “preferência sexual por crianças de um ou do outro sexo, geralmente pré-púberes ou no início da puberdade”.

Ao mesmo tempo, o Código Penal estabelece que é crime a relação sexual ou ato libidinoso (todo ato de satisfação do desejo, ou apetite sexual da pessoa) praticado por adulto com criança ou adolescente menor de 14 anos. A pena prevista é de um a seis anos de prisão, além de multa. A artigo 241-B do ECA é mais abrangente, considerado crime também o ato de “adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente”.